Novo protocolo da DPOC amplia acesso a terapias triplas no SUS e muda estratégia de tratamento no Brasil
Atualização do PCDT incorpora combinações inaladas em dispositivo único, aproxima SUS de diretrizes internacionais e pode impactar positivamente pacientes com formas graves da doença.
Divulgação
Rio de Janeiro, junho de 2026 – A recente atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) reacendeu o debate sobre acesso a tratamentos mais modernos no SUS, especialmente diante do impacto da doença no número de hospitalizações, crises graves, as chamadas exacerbações, e perda de qualidade de vida dos pacientes.1 O tema ganha relevância em Estados como o Rio Grande do Sul, um dos primeiros do país a avançar na implementação prática das novas diretrizes.2
A discussão ocorre em meio a um cenário de atenção crescente para a DPOC, considerada uma das principais causas de morbidade e mortalidade no Brasil. Dados do Ministério da Saúde mostram que a doença está entre as condições respiratórias que mais geram internações e custos ao sistema público, especialmente em casos de
agravamento.1
Entre os pontos centrais da atualização do PCDT está a inclusão de terapias triplas —combinação de broncodilatadores de longa ação e corticoide inalatório em um mesmo tratamento — indicadas principalmente para pacientes com quadros mais graves e histórico frequente de exacerbações.1
“Apesar dos avanços no tratamento da DPOC, ainda existe um desafio importante relacionado ao acesso e à continuidade terapêutica no Brasil. A atualização do PCDT representa um passo relevante porque amplia a discussão sobre tratamentos mais modernos e estratégias que buscam melhorar controle de sintomas, reduzir exacerbações e evitar hospitalizações, especialmente em pacientes com doença mais grave”, afirma o pneumologista Dr. Adalberto Rubin (CRM-RS 15.842 | Chefe do Serviço de Pneumologia da Santa Casa de Porto Alegre.)
O novo Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas é visto como avanço importante na política respiratória do Brasil por incorporar conceitos recentes e se aproximar da Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD) mais recente. 1,3 O GOLD é uma iniciativa internacional que reúne evidências científicas para orientar o diagnóstico, manejo e prevenção da DPOC, servindo como uma das principais referências para a prática clínica.3
Ainda segundo o especialista, o avanço do Rio Grande do Sul na implementação das novas diretrizes chama atenção porque reflete um movimento de organização mais estruturada da linha de cuidado respiratório. “O RS foi um dos Estados que avançaram mais rapidamente na operacionalização dessas atualizações. Isso é relevante porque a DPOC ainda é subdiagnosticada e muitos pacientes chegam aos serviços de saúde já em fases avançadas da doença, frequentemente após exacerbações e internações sucessivas.1,2”, afirma.
Diagnóstico precoce é um desafio no Brasil
Além da incorporação progressiva de novas estratégias terapêuticas, especialistas destacam que um dos principais desafios continua sendo o diagnóstico precoce. Isso porque muitos pacientes interpretam sintomas como falta de ar, cansaço progressivo e tosse crônica como consequências naturais do envelhecimento ou do tabagismo prolongado, retardando a procura por acompanhamento médico.
“O mais importante é entender que a DPOC não é apenas uma doença do fumante ou do idoso. Hoje, ela impacta diretamente qualidade de vida, capacidade funcional e produtividade. Quanto mais cedo o paciente recebe diagnóstico correto e acesso ao tratamento adequado, maiores são as chances de reduzir a progressão da doença e evitar agravamentos.1”, completa Dr. Rubin.
A atualização do protocolo também ocorre em um contexto de maior atenção à jornada dos pacientes respiratórios no SUS, incluindo adesão ao tratamento, acesso regional desigual e necessidade de ampliação do acompanhamento contínuo para evitar crises graves e internações recorrentes.
Sobre a DPOC
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma enfermidade respiratória crônica, progressiva e sem cura, mas que pode ser controlada com diagnóstico precoce, cessação do tabagismo, tratamento farmacológico adequado e manejo das exacerbações.1
Sobre a GSK
A GSK é uma biofarmacêutica multinacional, presente em mais de 75 países, que tem como propósito unir ciência, tecnologia e talento para vencer as doenças e impactar a saúde global. A companhia pesquisa, desenvolve e fabrica vacinas e medicamentos especializados nas áreas de Doenças Infecciosas, HIV, Oncologia e Respiratória/Imunologia. No Brasil, a GSK é líder nas áreas de HIV e Respiratória e uma das empresas líderes em Vacinas. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.
Referências
Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico.
NP-BR-MPL-PRSR-260001 - JUNHO/2026
A discussão ocorre em meio a um cenário de atenção crescente para a DPOC, considerada uma das principais causas de morbidade e mortalidade no Brasil. Dados do Ministério da Saúde mostram que a doença está entre as condições respiratórias que mais geram internações e custos ao sistema público, especialmente em casos de
agravamento.1
Entre os pontos centrais da atualização do PCDT está a inclusão de terapias triplas —combinação de broncodilatadores de longa ação e corticoide inalatório em um mesmo tratamento — indicadas principalmente para pacientes com quadros mais graves e histórico frequente de exacerbações.1
“Apesar dos avanços no tratamento da DPOC, ainda existe um desafio importante relacionado ao acesso e à continuidade terapêutica no Brasil. A atualização do PCDT representa um passo relevante porque amplia a discussão sobre tratamentos mais modernos e estratégias que buscam melhorar controle de sintomas, reduzir exacerbações e evitar hospitalizações, especialmente em pacientes com doença mais grave”, afirma o pneumologista Dr. Adalberto Rubin (CRM-RS 15.842 | Chefe do Serviço de Pneumologia da Santa Casa de Porto Alegre.)
O novo Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas é visto como avanço importante na política respiratória do Brasil por incorporar conceitos recentes e se aproximar da Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD) mais recente. 1,3 O GOLD é uma iniciativa internacional que reúne evidências científicas para orientar o diagnóstico, manejo e prevenção da DPOC, servindo como uma das principais referências para a prática clínica.3
Ainda segundo o especialista, o avanço do Rio Grande do Sul na implementação das novas diretrizes chama atenção porque reflete um movimento de organização mais estruturada da linha de cuidado respiratório. “O RS foi um dos Estados que avançaram mais rapidamente na operacionalização dessas atualizações. Isso é relevante porque a DPOC ainda é subdiagnosticada e muitos pacientes chegam aos serviços de saúde já em fases avançadas da doença, frequentemente após exacerbações e internações sucessivas.1,2”, afirma.
Diagnóstico precoce é um desafio no Brasil
Além da incorporação progressiva de novas estratégias terapêuticas, especialistas destacam que um dos principais desafios continua sendo o diagnóstico precoce. Isso porque muitos pacientes interpretam sintomas como falta de ar, cansaço progressivo e tosse crônica como consequências naturais do envelhecimento ou do tabagismo prolongado, retardando a procura por acompanhamento médico.
“O mais importante é entender que a DPOC não é apenas uma doença do fumante ou do idoso. Hoje, ela impacta diretamente qualidade de vida, capacidade funcional e produtividade. Quanto mais cedo o paciente recebe diagnóstico correto e acesso ao tratamento adequado, maiores são as chances de reduzir a progressão da doença e evitar agravamentos.1”, completa Dr. Rubin.
A atualização do protocolo também ocorre em um contexto de maior atenção à jornada dos pacientes respiratórios no SUS, incluindo adesão ao tratamento, acesso regional desigual e necessidade de ampliação do acompanhamento contínuo para evitar crises graves e internações recorrentes.
Sobre a DPOC
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma enfermidade respiratória crônica, progressiva e sem cura, mas que pode ser controlada com diagnóstico precoce, cessação do tabagismo, tratamento farmacológico adequado e manejo das exacerbações.1
Sobre a GSK
A GSK é uma biofarmacêutica multinacional, presente em mais de 75 países, que tem como propósito unir ciência, tecnologia e talento para vencer as doenças e impactar a saúde global. A companhia pesquisa, desenvolve e fabrica vacinas e medicamentos especializados nas áreas de Doenças Infecciosas, HIV, Oncologia e Respiratória/Imunologia. No Brasil, a GSK é líder nas áreas de HIV e Respiratória e uma das empresas líderes em Vacinas. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.
Referências
- CONITEC. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. CONITEC. 1-68, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/d/doenca-pulmonar-obstrutivacronica/view. Acesso em 02 mar. 2026.
- Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Secretaria de Saúde. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.Farmácia Digital RS. Disponível em: https://farmaciadigital.rs.gov.br/consultar. Acesso em: 10/2/2026.
- Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease. Global Strategy for the Diagnosis, Management, and Prevention of Chronic Obstructive Pulmonary Disease 2026 Report. GOLD. 1-248,2026 Disponível em: https://goldcopd.org/2026-gold-report-and-pocket-guide/. Acesso em: 03 dez 2025.
Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico.
NP-BR-MPL-PRSR-260001 - JUNHO/2026
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): BRUNA OLIVEIRA QUINTANILHA
bruna.quintanilha@maquinacohnwolfe.com