A música eletrônica deixou de ser um nicho há muito tempo. Presente nos maiores festivais do mundo, nas plataformas de streaming, nas trilhas sonoras, na publicidade e na produção artística contemporânea, ela se consolidou como uma das principais forças criativas da indústria musical global. E essa transformação exige uma nova forma de pensar a educação para esse mercado.
Vivendo essa realidade há alguns anos, mas reforçando seu propósito de multiplicar ao máximo essa compreensão, o ELAB Instituto entra em uma nova fase. Reconhecida como uma das principais escolas de música eletrônica do Brasil, a instituição passa por um processo de reposicionamento de marca que reflete não apenas sua evolução ao longo dos anos, mas também as profundas mudanças vividas pelo mercado musical.
Mais do que uma renovação estética, a transformação simboliza uma ampliação de propósito. “O ELAB Instituto evolui para preparar profissionais ainda mais capazes de atuar em um ecossistema cada vez mais complexo, conectado e multidisciplinar, onde o sucesso depende tanto do domínio técnico quanto da capacidade de construir relacionamentos, desenvolver projetos, compreender tendências culturais e navegar pelos desafios da economia criativa”, explica Taty Aguiar, CEO e fundadora da escola.
O público teve a chance de viver pela primeira vez a evolução da experiência que o Elab Instituto oferece durante os dois dias do festival Só Track Boa, no último fim de semana. No espaço da escola, foram ministradas aulas gratuitas em equipamentos de última geração e realizados atendimento para esclarecer dúvidas sobre o uso de mixers, sintetizadores e tecnologias.
Se antes a música eletrônica era frequentemente tratada como um universo à parte, hoje a tecnologia está presente em praticamente todos os processos de criação, produção, distribuição e performance musical. Da música pop ao hip hop, do funk ao rock, dos palcos aos estúdios, ferramentas e linguagens originadas na cultura eletrônica passaram a integrar o cotidiano da indústria.
O ELAB Instituto entende que a formação dos profissionais do futuro não pode estar restrita ao aprendizado de softwares, equipamentos ou técnicas de mixagem. É preciso desenvolver repertório cultural, visão de mercado, capacidade empreendedora, networking e experiências que aproximem os alunos da realidade do setor.
"O mercado amadureceu. Hoje, quem procura uma formação não busca apenas aprender a tocar ou produzir música. Busca acesso, conexões, oportunidades, vivências e uma compreensão mais ampla da indústria criativa. Nossa evolução como marca acompanha essa transformação", afirma Taty.
A nova identidade do instituto foi construída para traduzir essa visão. Com uma linguagem mais sofisticada, contemporânea e aspiracional, o reposicionamento reforça atributos como excelência, relevância cultural e inovação, ao mesmo tempo em que preserva a essência colaborativa que ajudou a consolidar o ELAB como referência para milhares de profissionais ao longo de sua trajetória.
O movimento também acompanha a expansão do território de atuação da instituição. Além da formação técnica, o ELAB passa a fortalecer iniciativas voltadas ao desenvolvimento de carreira, experiências imersivas, networking, bem-estar, criatividade e conexões entre diferentes agentes da indústria musical.
A nova fase representa, acima de tudo, uma mudança de perspectiva. Em vez de olhar para a música eletrônica como uma categoria isolada, o ELAB passa a enxergá-la como parte integrante da cultura contemporânea e da formação musical do século XXI.
Porque, para o futuro da indústria, não existe mais música de um lado e música eletrônica do outro. Existe apenas música.
ELAB Instituto
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GUILHERME PERIOTTO KATINSKAS
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