A rápida evolução das tecnologias médicas vem transformando a maneira como hospitais de referência e redes de medicina diagnóstica estruturam suas operações no Brasil. Em um ambiente marcado pela necessidade de atualização constante do parque tecnológico e maior eficiência na alocação de capital, modelos de tecnologia como serviço ganham espaço. Nesse contexto, a CHG-MERIDIAN, multinacional alemã especializada em gestão de ativos tecnológicos e referência global em leasing operacional, amplia sua atuação no setor ao oferecer leasing voltados às demandas específicas da saúde.
A urgência por modernização esbarra, no entanto, em um desafio financeiro relevante. Dados da Definitive Healthcare indicam que a aquisição de equipamentos e suprimentos responde, em média, por cerca de 33% dos custos operacionais hospitalares, configurando a segunda maior despesa das instituições, atrás apenas da folha de pagamento. Esse cenário demanda soluções que evitem a imobilização de capital em ativos sujeitos a ciclos cada vez mais curtos de obsolescência, levando gestores a buscar modelos mais flexíveis que viabilizem a atualização tecnológica sem comprometer o caixa.
É justamente nesse contexto de pressão por eficiência financeira e necessidade de renovação constante que ganha relevância o portfólio da CHG-MERIDIAN. A companhia concentra sua atuação em ativos de alto valor agregado e ciclo de vida prolongado, principalmente em tecnologias de diagnóstico por imagem, como ultrassom, tomografia computadorizada, ressonância magnética e sistemas de raio X. Também fazem parte das soluções equipamentos destinados à modernização de centros cirúrgicos completos, incluindo ventiladores pulmonares e carrinhos de anestesia, além da incorporação gradual de plataformas de robótica cirúrgica.
Nesse movimento de atualização do parque tecnológico hospitalar, o corpo clínico exerce papel central. Médicos especialistas e diretores clínicos costumam liderar a demanda por equipamentos mais avançados, enquanto áreas financeiras e administrativas precisam equilibrar esses investimentos com a sustentabilidade das operações. O leasing operacional se destaca como uma solução que alinha prioridades clínicas e financeiras, viabilizando a modernização tecnológica sem a necessidade de desembolsos iniciais elevados.
"Trabalhar com um parque tecnológico moderno e atualizado é um dos principais vetores que posicionam as instituições de saúde na vanguarda de suas especialidades, consolidando sua autoridade perante o corpo clínico, com incremento consistente da acurácia diagnóstica, além de repercussões diretas na qualidade dos desfechos clínicos. Em meio a tantos desafios, o modelo de leasing emerge como um instrumento estratégico de gestão, ao conferir previsibilidade financeira, racionalidade na alocação de capital e fluidez na renovação tecnológica", afirma o Dr. Silvio Fontana Velludo, executivo médico e especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem.
A mudança no comportamento das instituições também é percebida do lado dos fornecedores de soluções financeiras. Segundo Maria Vitoria Lippi, Account Manager - Sales da CHG-MERIDIAN para a área de saúde, o movimento reflete uma transformação estrutural na gestão hospitalar. “A lógica centrada na propriedade do equipamento vem sendo substituída por uma visão mais estratégica, focada na atualização contínua do parque tecnológico. Ao reduzir o impacto da depreciação e preservar o fluxo de caixa, o leasing permite que os hospitais direcionem recursos para outras prioridades operacionais”, explica.
A flexibilidade contratual é um dos grandes diferenciais do modelo CHG-MERIDIAN. As soluções permitem upgrades de software e a incorporação de novos componentes ao longo do contrato por meio de aditivos ágeis, garantindo que os equipamentos acompanhem a velocidade das inovações médicas, incluindo aplicações baseadas em inteligência artificial para apoio diagnóstico.
Com parcerias consolidadas com fabricantes globais, a CHG-MERIDIAN já participa de projetos de modernização tecnológica em grandes instituições do setor e reforça sua estratégia de expansão em um mercado cada vez mais orientado à eficiência financeira e à atualização contínua da infraestrutura assistencial.
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THAIS E SILVA
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